domingo, 28 de março de 2010

Não Desanime Jamais

O valor das coisas!


" O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem...Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis..."

Charlie Chaplin

O Sonho - Clarice Lispector

Oração a São Cipriano (contra bruxarias e feitiçarias)

"Em nome do Pai, do Filho, e do Espírito Santo. São Cipriano, que pela graça divina vos convertestes à Fé de Nosso Senhor Jesus Cristo. Vós que possuístes os mais altos segredos da magia, construí agora um refúgio para mim contra meus inimigos e suas ações nefastas e malignas. Pelo merecimento que alcançastes, perante Deus criador do céu e da terra, anulai as obras malignas, fruto do ódio, os trabalhos que os corações empedernidos tenham feito ou venham a fazer contra a minha pessoa e contra a minha casa. Com a permissão do altíssimo Senhor Deus, atendei à minha prece e vinde em meu socorro. Pelo sangue de nosso Senhor Jesus Cristo. Assim seja. Amém".

Rezar um Creio em Deus Pai e uma Salve Rainha.

Oração a São Cipriano (Grande Invocação)

"Em nome de Cipriano e suas 7 candeias, em nome de seu cão preto, e suas 7 moedas de ouro, em nome de Cipriano e de seu punhal de prata, em nome de Cipriano e sua montanha sagrada, em nome da árvore dos zéfiros e do grande carvalho,eu peço e serei atendido, pelas 7 igrejas de Roma, pelas 7 lâmpadas de Jerusalém, pelas 7 candeias douradas do Egito, Eu sairei Vencedor". Fazer esta invocação com uma vela acesa e 7 moedas de ouro (amarela).

São Cipriano e a sua Conversão Cristã

Família
Filho de pais pagãos e muito ricos, nasceu em 250 d.C. na Antioquia, região situada entre a Síria e a Arábia, pertencente ao governo da Fenícia. Desde a infância, Cipriano foi induzido aos estudos da feitiçaria e das ciências ocultas como a alquimia, astrologia, adivinhação e as diversas modalidades de magia. Após muito tempo viajando pelo Egito, Grécia e outros países aperfeiçoando seus conhecimentos, aos trinta anos de idade Cipriano chega à Babilônia a fim de conhecer a cultura ocultista dos Caldeus. Foi nesta época que encontrou a bruxa Évora, onde teve a oportunidade de intensificar seus estudos e aprimorar a técnica da premonição. Évora morreu em avançada idade, mas deixou seus manuscritos para Cipriano, dos quais foram de grande proveito. Assim, o feiticeiro dedicou-se arduamente, e logo se tornou conhecido, respeitado e temido por onde passava.
A Conversão Cristão
Vivia em Antioquia a bela e rica donzela Justina. Seu pai Edeso e sua mãe Cledonia, a educaram nas tradições pagãs. Porém, ouvindo as pregações do diácono Prailo, Justina converteu-se ao cristianismo, dedicando sua vida as orações, consagrando e preservando sua virgindade. Um jovem rico chamado Aglaide apaixonou-se por Justina. Os pais da donzela (também convertidos à fé Cristã) concederam-na por esposa. Porém, Justina não aceitou casar-se. Aglaide recorreu a Cipriano para que o feiticeiro aplicasse seu poder, de modo que a donzela abandonasse a fé e se entregasse ao matrimônio. Cipriano investiu a tentação demoníaca sobre Justina. Fez uso de um pó que despertaria a luxúria, ofereceu sacrifícios e empregou diversas obras malígnas. Mas não obteve resultado, pois Justina defendia-se com orações e o Sinal da Cruz. A ineficácia dos feitiços fez com que Cipriano se desiludisse profundamente perante sua fé e se voltasse contra o demônio. Influenciado por um amigo cristão de nome Eusébio, o bruxo converteu-se ao cristianismo, chegando a queimar seus manuscritos de feitiçaria e distribuir seus bens entre os pobres.
A Morte
As notícias da conversão e das obras cristãs de Cipriano e Justina, chegaram até o imperador Diocleciano que se encontrava na Nicomédia. Assim, logo foram perseguidos, presos e torturados. Frente ao imperador, viram-se forçados a negar a fé cristã. Justina foi chicoteada, e Cipriano açoitado com pentes de ferro. Não cederam. Irritado com a resistência, Diocleciano ainda lançou Cipriano e Justina numa caldeira fervente de banha e cera. Os mártires não renunciaram, e tampouco transpareciam sofrimento. O feiticeiro Athanásio (que havia sido discípulo de Cipriano) julgou que as torturas não surtiam efeito devido a algum sortilégio lançado por seu ex-mestre. Na tentativa de desafiar Cipriano e elevar a própria moral, Athanásio invocou os demônios e atirou-se na caldeira. Seu corpo foi dizimado pelo calor em poucos segundos. Após este fato, o imperador Diocleciano finalmente ordenou a morte de Justina e Cipriano. No dia 26 de Setembro de 304, os mártires e um outro cristão de nome Teotiso, foram decapitados às margens do Rio Galo da Nicomédia. Os corpos ficaram expostos por 6 dias, até que um grupo de cristãos recolheu e os levou para Roma, ficando sob os cuidados de uma senhora chamada Rufina. Já no império de Constantino, os restos mortais foram enviados para a Basílica de São João Latrão.